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Sobre a paixão

Deveríamos todos ter, em nossas profissões, a paixão dos astronautas, dos atletas, das mães apaixonadas. E me perguntam o que seria do gari, do ascensorista, do segurança. Seríamos todos limpantes, apertaríamos nossos próprios botões ao dar bom-dia aos médicos, cientistas e artistas que não teriam por profissão apertar botões e dar bons-dias, além do mais nossa segurança moraria na nossa confiança na inteligência do outro.

Professor

Alguém um dia se propôs a trabalhar na construção de vidas, estudou Psicologia, Filosofia e as melhores técnicas de comunicação. Passou dias, horas e minutos observando o comportamento de todas as faixas etárias do ser humano.

Aos mestres com carinho

Dos filmes que têm como tema a profissão “mestre”, eu destaco cinco com carinho. Cada um, à sua maneira, traz uma peça do quebra-cabeça – sempre incompleto – sobre o significado dessa profissão.

Estou voltando... (Um conto africano)

Um jovem angolano caminhava solitário pela praia. Parou por alguns instantes para agradecer aos deuses por aquele momento milagroso: o deslumbramento de sua terra natal. O silêncio o fez adormecer em seu âmago, despertando inesperadamente com o bater das ondas sobre as pedras. De repente, surgiram das matas homens estranhos e pálidos que o agarraram e o acorrentaram. Sua coragem e o medo travaram naquele momento uma longa batalha... Ele chamou pelos seus pais e clamou pelo seu deus. Mas ninguém o ouviu. Subitamente, mais e mais rostos estranhos e pálidos se uniram para rir de sua humilhação. Vendo que não havia saída, o jovem angolano atacou um deles, mas foi impedido por um golpe. Tudo se transformou em trevas...

20 anos de Goiânia: ciência e arte para contar a história de uma tragédia

Ensinar Química e Física no curso de jovens e adultos é um dos grandes desafios que encontro hoje como professora. A convivência diária com alunos há tanto tempo afastados dos bancos escolares (situação da maioria) nos faz pensar no quanto é importante que façamos a nossa parte, que ofereçamos um ensino que verdadeiramente forme o cidadão consciente, criativo e responsável.

Prática Exploratória: a importância dos "porquês"

Por que os alunos não prestam atenção? Por que os alunos gostam de mim? Por que meus alunos de inglês traduzem os textos ao pé da letra? Por que os alunos não gostam de fazer dever de casa? Por que os professores gritam em sala de aula? Por quê? Por quê? Por quê?

Sexualidade, educação e telenovela

Há muito, a relação entre os brasileiros e a telenovela tem sido explorada por seus autores e produtores para introduzir novos temas ou propiciar a discussão de outros não tão novos, como a homossexualidade. Há muito, também, a relação da sociedade com o folhetim eletrônico tem sido objeto de pesquisas nas universidades.

A gravidez na adolescência e a escola

Nem sempre os opostos se excluem. Não, não estamos falando da filosofia de Heráclito nem da dialética de Hegel, mas o fato é que quando pensamos na palavra “mãe” ou “pai”, o que naturalmente se contrapõe é o vocábulo “filho”. São funções opostas, apesar de não serem excludentes, já que uma pessoa pode ser “pai” ou “mãe” e “filho” ao mesmo tempo. Mas, convenhamos, um adulto cujos pais são vivos, ao ter um filho, passa a ser menos filho do que antes, pois seu papel principal agora passa a ser o de pai.

Qual a cor de Machado?

Identificado com o liberalismo democrático dos anos de 1860-1880, com profunda aversão ao positivismo e ao evolucionismo; este seria o perfil ideológico do Bruxo do Cosme Velho, revelado na palestra O Nó Ideológico de Machado de Assis, apresentada pelo professor Alfredo Bosi (USP). A palestra encerrou o I Encontro Machado de Assis/Fundação Casa de Rui Barbosa, onde foi realizada, no dia 9 de agosto.

Do século do não ao da esperança!

A cidade do Rio de Janeiro, capital do Império, possuía durante o segundo reinado a condição de centro político do País. Apresentava-se em sua parte urbana qual um retângulo, com ruas que se entrecruzavam. Havia um grande número de habitantes, porém poucas casas. A cidade desenhava-se por um contorno que começava na região do Arsenal do Exército, junto à Ponte do Calabouço, ao longo da costa marítima, passando a noroeste por São Bento e na praia para o Valongo. Ao norte, seguia pelo Campo de Santana e ia em direção ao Caminho do Mata-Cavalos.