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Projeto: uma nova cultura de aprendizagem

A prática pedagógica por meio do desenvolvimento de projetos é uma forma de conceber educação que envolve o aluno, o professor, os recursos disponíveis, inclusive as novas tecnologias, e todas as interações que se estabelecem nesse ambiente, denominado ambiente de aprendizagem. Este ambiente é criado para promover a interação entre todos os seus elementos, propiciar o desenvolvimento da autonomia do aluno e a construção de conhecimentos de distintas áreas do saber, por meio da busca de informações significativas para a compreensão, representação e resolução de uma situação-problema. Fundamenta-se nas ideias piagetianas sobre desenvolvimento e aprendizagem, interrelacionadas com outros pensadores dentre os quais destacamos Dewey, Freire e Vygotsky.

Profissão: professor

Já reparou como as palavras profissão e professor se parecem? Elas nasceram da mesma raiz etimológica, o que faz todo o sentido: o professor é a primeira das profissões. Todas as outras especialidades e habilidades técnicas só podem existir quando há professores ensinando-as aos seus discípulos. Toda profissão precisa de professores.

Os Olhos São a Janela da Alma do Contador

Do que dispõe o contador?

Um novo perfil de professor

Retirado do artigo "Internet e Educação", originalmente publicado na Revista Guia da Internet.Br. Rio de Janeiro:  Ediouro, n. 5, 1996.

Educação: Quantidade x Qualidade (Educar-se é Aprender a Pensar)

Um dia virá em que só se terá um único pensamento: a educação.

Cibercola

Se a ideia da cola pode chocar os educadores, talvez eles já estejam esquecidos dos seus dias de prova. Quem nunca se viu, durante a vida escolar, sob uma pressão desse tipo, quando a cola parece ser uma ótima solução? Há os medrosos que nunca colam e se lamentam porque veem os colegas fazerem isso e conseguirem êxito. Há os que nunca precisam, mas que são solicitados a dar cola; se recusam, são rejeitados pela turma. Há até professores que brincam incentivando os alunos a preparar suas colas em papeizinhos, cada vez mais diminutos, pois, de tanto copiarem, acabarão memorizando. E também existem os que sabem colar tão bem que enganam a todos e, anos depois, se vangloriam de suas façanhas, fazendo piadinhas nos encontros com os velhos amigos.

Nada do que é humano me é estranho

Texto produzido para a Série "Debates contemporâneos: escola e violência", veiculada pela TVE-Brasil em  setembro de 1999. www.tvebrasil.com.br/salto

Bullying na escola: as muitas faces da agressividade

Mais uma palavra da língua inglesa vem surgindo, cada vez com mais frequência, na imprensa brasileira. Bullying é essa palavra. Quem pensa que se trata de mais um modismo acriticamente importado, como tantos outros vindos dos países do eixo central do Hemisfério Norte, está muito enganado. Apesar do estrangeirismo, bullying é uma palavra que diz respeito a uma prática que não conhece fronteiras geográficas e/ou políticas e pode ser observada, em graus diferentes, nos quatro cantos do mundo. Em português, ela é, às vezes, traduzida como assédio moral ou físico ocorrido especialmente no ambiente escolar. No entanto, especialistas da área rebatem que não há termo correspondente na língua portuguesa para uma palavra que denota inúmeras coisas: colocar apelidos, ofender, zoar, sacanear, humilhar, discriminar, excluir, ignorar, perseguir, intimidar, aterrorizar, bater, empurrar, ferir, quebrar pertences, roubar. E há muito mais. A lista é, de fato, bem longa.

Mercado de cérebros

Uma das discussões mais instigantes no campo da educação nesses últimos tempos tem a ver com a febre dos sites na Internet que oferecem, a uma média de R$ 3 a página, todos os tipos de trabalhos acadêmicos, desde ingênuos trabalhos escolares para o ensino médio até sofisticadas dissertações de mestrado. Dando uma olhadinha no já quase canônico site Zé Moleza, eu encontrei, na área de filosofia, que é a minha praia, à disposição 168 trabalhos, dispostos com o nome do autor e com a nota respectiva. Os títulos dos trabalhos variavam desde "O conhecimento da quididade de Deus segundo São Tomás de Aquino" até "Os reality shows".

O riso e o siso

Hora do recreio: a bola rola, o riso corre solto, brincadeira de pique. Toca o sinal, as crianças, como um enxame de abelhas, correm para beber o último gole de água no bebedouro, fazendo fila. É um tal de "não empurra!", do menino puxando o cabelo da menina que reclama. Na escada, duas amigas fofocam e riem baixinho quando o professor passa. De volta à sala de aula, fazendo barulho, uns cantam, outros arrastam as carteiras. O professor espera a turma sossegar. Espera. Os alunos da sétima série estão particularmente inquietos hoje. O professor espera em silêncio. Alguém repara e avisa: "O professor quer começar, gente!". No fundo da sala, o zunzunzum continua e, aos poucos, vai abaixando o volume. O professor, então, começa a aula - aula de história, expositiva. Ao virar para o quadro, uma gargalhada explode! Com o rosto vermelho e totalmente tomado pela ira, o professor se vira e pergunta: "Qual é a graça?!". Um menino, no fundo da sala, se esbalda de rir, tentando, sem conseguir, se conter. Sentindo-se desrespeitado em seu poder e autoridade, o professor resolve expulsar o "engraçadinho", esticando ao máximo o braço e apontando seu dedo indicador para a porta da sala de aula. Ainda sob o efeito do riso sacudindo todo seu corpo, o menino sai. O professor olha para turma seriamente e diz: "Muito riso, pouco siso!".