O que você precisa saber para realizar uma enquete

Professora Dra. Any Bernstein

Professora da Fundação CECIERJ e da UFRJ

Professora Dra. Riva Roitman

Professora da Fundação CECIERJ e da UFRJ

Imagine um professor que perceba um alto índice de doenças de veiculação hídrica em seu município e quer trazer a questão para ser discutida no âmbito escolar. Para incentivar os alunos na busca das causas geradoras desse tipo de problema, ele pode optar por realizar uma enquete sobre a qualidade da água que abastece as residências de seus alunos e usar questionários como instrumento de pesquisa. Nesse caso, os questionários serão elaborados segundo objetivos que não avaliar os conhecimentos adquiridos em sua disciplina.

Pesquisas são realizadas dentro de metodologias consagradas e, portanto, confiáveis. Um dos cuidados é a escolha de um universo de entrevistados representativo do total da população. Para isso, é necessário que sejam contemplados extratos e faixas, como sexo dos entrevistados, idade e renda.

Uma enquete consiste do levantamento de opiniões e/ou percepções representativas de um grupo sobre um assunto de interesse geral que envolve um número restrito de entrevistados, podendo ser extrapolável para um grupo maior. Uma enquete tem a finalidade de elucidar uma questão para colocá-la dentro de um contexto de interesse geral.

Enquetes diferenciam-se de pesquisas tanto pela metodologia utilizada quanto pelos objetivos, embora ambos exijam planejamento cuidadoso e seleção de instrumentos adequados para que se torne possível gerar resultados analisáveis e conclusivos.

A enquete é uma sondagem com pouco rigor metodológico, já que não há segmentação dos entrevistados por faixas da população e a média das opiniões reflete o parecer somente daqueles que responderam as questões. Na enquete, o contexto influencia a informação sobre conteúdos.

Numa enquete o contexto influencia a coleta de informação; a contextualização do instrumento de pesquisa e a elaboração do questionário são peças fundamentais para que a enquete produza resultados conclusivos.

Este artigo apresenta cuidados técnicos a serem seguidos na construção de questionários e escolha de tipos adequados de perguntas e relata uma enquete realizada como uma das atividades optativas do curso de extensão Educação Ambiental - Ecossistema Água, que foi oferecido, na modalidade a distância, a professores do Ensino Médio pela Diretoria de Extensão da Fundação Cecierj.

Ao utilizar uma enquete para verificar conteúdos trabalhados ao longo do curso por meio de questionários, foi possível observar dificuldades na elaboração de perguntas contextualizadas, o que comprometeu até a participação do público. A análise mais detalhada dos questionários produzidos pelos cursistas permitiu destacar alguns elementos essenciais para construção de bons questionários.

Construção de questionário

O questionário, como todo instrumento de pesquisa, é construído em função dos objetivos planejados, que são traduzidos em um conjunto de perguntas específicas, claras e objetivas para que se compreenda o que está sendo perguntado.

O formato que o questionário vai adquirir depende de seu objetivo final, e sua elaboração deve ser bem planejada para que forneça resultados conclusivos. No planejamento devem ser cumpridas as seguintes etapas: formular os objetivos, selecionar o tipo de pergunta e, por último, redigir a pergunta.

Etapa 1 – Formular os objetivos desejados

As perguntas devem ser direcionadas para obter o que se deseja saber; portanto, os objetivos do questionário devem estar bem explícitos: coletar informações, verificar conhecimentos prévios, conteúdo aprendido, suas dificuldades e lacunas, sondar opiniões, atitudes e valores.

É preciso evitar perguntas que estejam fora do objetivo desejado, mesmo que tangenciem o assunto e sejam interessantes. Por exemplo: em um questionário com o objetivo de verificar a potabilidade da água e avaliar se estão sendo dedicados os cuidados necessários para preservá-la, caberiam perguntas sobre a limpeza de cisternas, filtros domésticos, origem da água de abastecimento, análise das contas de água, mas não sobre crise hídrica, vetores de doenças de veiculação hídrica, uso de hidrômetros, captação de água da chuva. Estes temas são atuais e fazem parte do currículo do Ensino Médio, porém deslocam o foco das perguntas para questões ambientais que fogem ao âmbito dos cuidados domésticos dados à água.

Etapa 2 – Selecionar os tipos de perguntas

As perguntas podem ser de dois tipos: objetivas e subjetivas.

Objetivas ou fechadas são aquelas em que as respostas possíveis são orientadas para selecionar, completar, ordenar ou associar alternativas. Podem ser de múltipla escolha, com sim/não e certo/errado. Esse tipo de pergunta é mais fácil de ser analisado e, em geral, é aplicado em situações direcionadas para obter respostas diretas.

Nas perguntas subjetivas, abertas ou não estruturadas, as respostas dependem do estilo do respondente e não têm formato definido. Isso permite a livre manifestação do pensamento, para detectar opiniões, percepções e/ou atitudes.

Etapa 3 – Formular as perguntas

Para obter os resultados esperados é preciso perguntar corretamente. As perguntas devem ser sempre redigidas de forma clara e objetiva, tendo cuidado para o fato de que a falta de compreensão do que está sendo pedido pode prejudicar a resposta. É necessário não só escolher o tipo de pergunta adequado aos objetivos desejados como também evitar perguntas que fujam do contexto estabelecido para o problema.

Escolher o tipo de pergunta que atende melhor a determinado objetivo exige atenção para conseguir a correlação necessária. Por exemplo, as perguntas de múltipla escolha são mais adequadas a situações em o aluno deve identificar a resposta correta dentre um conjunto de alternativas. Na ordenação das perguntas deve-se evitar que a resposta de um item influencie a do posterior e que não haja pistas para indicar a resposta correta.

Como escolher o tipo de questão?

Foram formuladas algumas perguntas para ilustrar tipos característicos de cada situação, destacando critérios que podem ser utilizados na escolha entre questões objetivas e subjetivas.

Questões objetivas do tipo múltipla escolha

São recomendáveis quando se deseja aferir conhecimentos com respostas definidas dentro de um universo de alternativas possíveis e conhecidas do entrevistado que devem representar diferentes aspectos do mesmo problema. Para que surjam dúvidas de interpretação, deve ter somente uma resposta correta.

Os exemplos 1, 2 e 3 aplicam-se à verificação de conhecimentos sobre origem da água, tratamento residencial e composição de elementos filtrantes.

Exemplo 1: A origem da água de abastecimento em sua residência é: envasada / rede pública / mina / poço / lençol / água de reúso.

Exemplo 2: Quais tratamentos residenciais são realizados antes de beber a água? filtrar / ferver / clorar / ozonizar / não há tratamento.

Exemplo 3: Qual a composição do elemento filtrante de seu filtro doméstico? carvão ativo / porcelana porosa / membrana filtrante / não tem filtro.

Questões objetivas do tipo sim/não e certo/errado

Essas perguntas permitem respostas rápidas e são adequadas a situações restritas a duas alternativas. Por outro lado, a análise do nível de conhecimento é superficial e pouco elucidativa.

No caso das perguntas do tipo sim/não, as alternativas são nitidamente antagônicas, como no exemplo.

Exemplo 4: Você consulta sua conta de água?  Sim (  )  Não (   )
Pode-se associar a este tipo de pergunta um “por quê”, ou “justifique”, o que transforma a pergunta objetiva em mista, enriquecendo a resposta. Exemplo:
Você recomenda a ingestão da água diretamente da bica? Sim (  )  Não (   )  Por quê?

As perguntas do tipo certo/errado só são utilizadas quando se quer verificar qual das alternativas é correta, como nos exemplos.

Exemplo 5: A conta de água contém dados sobre a qualidade da água da rede abastecimento de sua cidade. Certo (   )  Errado (   )

Exemplo 6: A conta de água só contém informações sobre a quantidade de cloro residual na água de abastecimento. Certo (   ) Errado (   )

Questões subjetivas

Perguntas subjetivas de respostas livres permitem verificar o nível de conhecimento no assunto. Embora possibilitem recolher dados ou informações mais ricas e variadas, são analisadas com mais dificuldade. Nos exemplos a seguir observa-se que as respostas não seguem um padrão único.

Por que é necessário filtrar a água? __________________________________________

Quais informações presentes na conta de água identificam sua qualidade? ____________________________________

Qual a diferença entre água potável e água tratada em estações de tratamento? ____________________________________

A enquete Você confia na água que bebe?

Com a finalidade de estimular os alunos a contextualizar alguns conteúdos trabalhados no curso de Educação Ambiental - Ecossistema água, foi proposto um trabalho final em que os cursistas realizam uma enquete partindo de uma situação cotidiana.

Nessa enquete, conhecimentos sobre a natureza da água (suas qualidades, propriedades, impurezas) e sobre os procedimentos de tratamento necessários para seu consumo diário (filtragem, desinfecção, ozonização, fervura) foram contextualizados com a pergunta-problema “você confia na água que bebe?”. Cada cursista averiguou os cuidados adotados para transformar a água da rede de abastecimento (municipal) em água potável (residencial).

Doze cursistas residentes em diferentes municípios do Estado do Rio de Janeiro construíram individualmente questionários que foram endereçados (de forma presencial ou on-line) a um público alvo com nível de escolaridade média, constituído de alunos, amigos e vizinhos. Após a aplicação e levantamento das respostas, os cursistas produziram relatórios com suas percepções quanto ao resultado da enquete.

Análise dos resultados da enquete

Analisar os resultados dos questionários aplicados não foi tarefa fácil. A maior parte dos questionários era formada com perguntas abertas, dificultando a análise.

Os resultados da enquete poderiam ser analisados qualitativa ou quantitativamente. Caso o objetivo da enquete tivesse sido quantificar respostas dentro de determinados padrões preestabelecidos para dar-lhes tratamento estatístico, a opção correta seria a análise quantitativa. Entretanto, considerando que o objetivo foi verificar opiniões, descrições, comparações e interpretações, a análise qualitativa foi considerada a mais adequada.

Em um primeiro estágio foi analisado o conjunto dos doze questionários elaborados individualmente pelos cursistas, que são residentes em municípios abastecidos por diferentes fontes hídricas.

Além das diversidades inerentes aos contextos, pôde-se constatar que alguns questionários continham um número excessivo de perguntas, outros se distanciaram do foco da enquete e outros continham perguntas mal formuladas ou difíceis de serem respondidas.

Esses aspectos contribuem negativamente para o sucesso de uma enquete e retratam a falta de formação específica na construção de instrumentos de avaliação. Essas falhas técnicas podem até justificar algumas dificuldades encontradas pelos cursistas para aplicar a enquete e a relutância dos entrevistados em responder os questionários.

Algumas interpretações de caráter subjetivo – como falta de interesse e receio de críticas pela falta de conhecimento sobre o assunto – foram extraídas dos relatórios:

Para a realização desta pesquisa, inicialmente me deparei com uma certa resistência por parte dos entrevistados que se mostraram relutantes em aceitar a participar da pesquisa, mas após uma conversa explicativa informal do objetivo do trabalho, acabaram aceitando responder ao questionário.

Foi possível identificar a real falta de interesse dos entrevistados com a pesquisa em questão, uma vez que cada pessoa tem seus afazeres e a rotina diária pode limitar seu tempo. (...) É uma frustração se deparar com esta situação: o planeta vivendo várias tragédias ambientais e as pessoas, pouco se importando com o que acontece ao seu redor. A crise ambiental deveria ser uma preocupação de todos, uma vez que cada pessoa é também parte do meio ambiente e fazer algo para ajudá-lo é ajudar a si mesmo. De qualquer forma, não se pode desejar que as pessoas sejam como somos, porque somos diferentes e isso faz o mundo ser exatamente como ele é...

Foi observada falta de interesse muito grande por parte dos envolvidos de serem abordados seja por meio virtual ou pessoalmente. Talvez para não terem suas respostas “analisadas” e possivelmente criticadas; ou simplesmente por não saberem responder.

Um dos comentários traz a reflexão de que uma possível causa da resistência do retorno do questionário pode ser atribuída à falta de esclarecimento sobre o objetivo do trabalho ou falta de interesse no assunto. Isso denota a necessidade de, antes da aplicação do questionário, o público alvo ser sensibilizado e esclarecido sobre a finalidade da enquete para que tenha interesse em participar.

Para obter melhores resultados numa enquete, recomenda-se um texto introdutório com explicitação de objetivos e a contextualização do problema em estudo.

É recomendável também que o primeiro contato com o entrevistado seja estabelecido de forma adequada para sensibilizá-lo a participar do trabalho, valorizando sua participação e assegurando o compromisso ético de sigilo de identidade. A partir da aceitação do entrevistado, apresentar o cronograma de fluxo de informações (prazos).

Para ter maior adesão, pode ser estabelecido um canal de comunicação (e-mail, telefone etc.) para esclarecimentos de dúvidas e feedback do resultado.

Conclusão: o tema “Você confia na água que bebe?” é uma situação problema que estimula a averiguação dos tipos de tratamento pelos quais a água passa antes de chegar às residências e dos cuidados com água para consumo humano devido às implicações na saúde. É aplicável a qualquer contexto escolar ou fora dele.

Desafio ao leitor

Você está curioso para saber o resultado da enquete? Se os cariocas confiam na qualidade da água? Quais os filtros utilizados pela maioria?

Para que você, leitor, tire suas próprias conclusões, alguns comentários dos cursistas são transcritos a seguir.

Percebeu-se nas falas que há falta de conhecimento sobre a ação do filtro utilizado; há uma crença de que o simples fato de estar usando um filtro já é suficiente para assegurar que a água consumida não esteja contaminada, mesmo sem informações sobre a capacidade de o filtro remover (ou não) determinadas impurezas da água.

De maneira geral, percebeu-se uma forte crença na eficácia dos filtros. Nota-se que não há a ideia formada de que categorias diferentes de filtro têm características diferentes de remoção de substâncias e micro-organismos. Foi notória a preocupação com a manutenção dos filtros, mas não com relação às caixas d’água, como se fosse criado um imaginário de que apenas os elementos filtrantes acumulassem sujeira em seu interior, sendo descartada a ideia de que substâncias e micro-organismos frequentemente se acumulam nas caixas d’água.

Muitos acreditam que apenas a filtração é suficiente para melhorar a qualidade da água, mas não sabem dizer se o filtro que usam tem propriedades bactericidas, o que demonstra a falta de conhecimento sobre a ação dos filtros empregados, que podem não reter ou matar micro-organismos.

A maioria é usuária do filtro de carvão ativado, mas não possui nenhuma informação sobre como funciona esse tipo de filtro, apenas faz seu uso por ser indicado pelos lojistas, por reportagens ou  comentário de alguém de que é bom ter um filtro e que torna a água mais saudável.

Alguns alunos não consideram a possibilidade de tratar a água em casa, bebem direto da torneira, e nenhum dos alunos que filtra a água soube dizer qual o tipo de elemento filtrante; por exemplo, quem usa filtro de torneira não sabe que tipo de “vela” usa. Os que compram galão de água mineral não se lembram de ter lido o rótulo, por isso desconhecem se existe alguma informação sobre a água, só sabem dizer que “a água é boa”.

A grande maioria da população utiliza poços artesianos ou semiartesianos como fonte principal de água para uso doméstico e acaba comprando água mineral em galões, devido à composição altamente ferruginosa das águas desta região, devido à composição do solo e à proximidade com o mar, o que torna a filtragem pelos meios tradicionais um tanto trabalhosa, além de cara. Os filtros de vela tradicionais e os acoplados às torneiras funcionam por tempo determinado, já que seus poros rapidamente são obstruídos e suas estruturas corroídas pelo ferro contido nessa água (Bruna Barbosa de Paula, Maricá).

Considerações finais

Podemos depreender, a partir da enquete realizada, que existe a tendência do cidadão de atribuir total responsabilidade ao governo, a quem realmente cabe o abastecimento e o saneamento público da água. Percebe-se que, independente do contexto em que foi realizada a pesquisa, a maioria dos entrevistados não conhece seus direitos e deveres como consumidor nem consegue interpretar resultados analíticos que constam nas “contas de água”.

É notória a existência de conhecimento popular já bastante difundido com respeito à necessidade de acoplar filtros à água de abastecimento ou ferver água antes de ingeri-la. No entanto, foi nítido o desconhecimento quanto aos critérios para escolha do tipo de filtro a ser utilizado.

Tradicionalmente, em domicílios do interior adota-se o chamado "filtro de barro", cuja eficácia depende das "velas" de porcelana porosa e da origem da água de abastecimento. Atualmente existem vários tipos de elementos filtrantes compostos que, além da porcelana, incluem carvão ativo e membranas de ultrafiltração.

A escolha do filtro caseiro, em linhas gerais, é orientada por indicações pessoais, informações de lojistas ou propagandas sobre os tipos disponíveis no mercado. As empresas fabricantes passaram a garantir a eficiência da filtragem por meio de contratos de manutenção de seus próprios equipamentos.

A tomada de decisão baseada no conhecimento científico agregado é um dos objetivos da Educação Ambiental em uma perspectiva crítica e deve ser um compromisso do professor de ciências.

Nas últimas proposições elaboradas para os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio, destacou-se um sentido do aprendizado na área de Ciências e Matemática e de suas Tecnologias que sinaliza claramente que, em cada uma de suas disciplinas, pretende-se promover competências e habilidades que sirvam para o exercício de intervenções e julgamentos práticos. Isso significa, por exemplo, o entendimento de equipamentos e de procedimentos técnicos, a obtenção e análise de informações, a avaliação de riscos e benefícios em processos tecnológicos, de um significado amplo para a cidadania e também para a vida profissional.

A enquete "Você confia na água que bebe?" usou a estratégia da contextualização temática para desenvolver valores e atitudes comprometidos com a cidadania, discutindo conteúdos de Ciências Naturais em conjunto com aspectos sociais,  ambientais e éticos.
A elaboração de perguntas e a aplicação desta enquete trouxe à tona um aspecto pouco discutido das dificuldades de consecução desse tipo de atividade que procura aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos na resolução de problemas de caráter prático do cotidiano do cidadão.

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Decreto Presidencial nº 5.440, de 4 de maio de 2005. Estabelece definições e procedimentos sobre o controle de qualidade da água de sistemas de abastecimento e institui mecanismos e instrumentos para divulgação de informação ao consumidor sobre a qualidade da água para consumo humano.

______. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.914, de 12 de dezembro de 2011. Dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade.  Diário Oficial da União, nº 3, 4 de janeiro de 2012.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: MEC/Semtec, 2000.

______. Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica. Orientações curriculares para o Ensino Médio: Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. Vol. 2. Brasília: MEC/SEB, 2006.

SILVA, S. R. D.; HELLER, L.; VALADARES, J. D. C.; CAIRNCROSS, S. O cuidado domiciliar com a água de consumo humano e suas implicações na saúde: percepções de moradores em Vitória (ES). Engenharia Sanitária Ambiental, v. 14(4), p. 521-532, 2009.

Publicado em 29 de março de 2016